JIT – just in time
O just in time surgiu no Japão, em meados da década de 70. Sua ideia básica e seu desenvolvimento são creditados à Toyota Motor Company, que buscava um sistema de administração que pudesse coordenar, precisamente, a produção com a demanda específica de diferentes modelos e cores de veículos com o mínimo tempo atraso. O sistema consiste em puxar a produção a partir da demanda, produzindo em cada estágio somente os itens necessários, nas quantidades necessárias e no momento necessário. O JIT é muito mais que uma técnica ou um conjunto de técnicas de administração da produção, é considerado como uma ferramenta que inclui aspectos de administração de materiais, gestão da qualidade, arranjo físico, organização do trabalho e gestão de recursos humanos, entre outros.
No entanto, alguns dizem que o sucesso do sistema JIT é por conta das características culturais do povo japonês. No Brasil muitas empresas, principalmente as automobilísticas, trabalham com essa ferramenta. Essa filosofia é composta de práticas gerenciais que podem ser aplicadas em qualquer parte do mundo. Algumas expressões são geralmente utilizadas para traduzir aspectos da filosofia just in time:
- produção sem estoque ;
- eliminação de desperdício;
- manufatura de fluxo contínuo;
- esforço contínuo na resolução de problemas.
O JIT tem como objetivos a qualidade e a flexibilidade. A perseguição desses objetivos dá-se, principalmente, por um mecanismo de redução de estoques, os quais tendem a camuflar os problemas do processo produtivo.
Assim dizemos que just in time é um:
Sistema de programação para puxar o fluxo de produção assegurando a pontualidade, disponibilizando o material certo, na hora certa, no local certo e no exato momento de sua utilização.
Fonte: JIT - Portal logístico



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